Espinhas: muito comum na adolescência, mas não apenas nessa fase

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A chegada da adolescência significa uma série de alterações no nosso organismo: a mudança de voz, o crescimento de pelos e, uma das transformações mais marcantes, o aparecimento de pequenas inflamações na pele, a chamada acne. Mas ela não é exclusividade para quem está atravessando esse período, podendo surgir também em adultos.

Consideradas as inflamações de pele mais comuns (chegando a ser diagnosticadas em 8 entre 10 adolescentes), as espinhas aparecem devido a produção de “óleo” das glândulas sebáceas que começam a se manifestar durante a puberdade. Apesar de serem habituais em adolescentes, as espinhas podem aparecer em pessoas na fase adulta devido a algum desequilíbrio hormonal androgênico.

Sendo as espinhas enfermidades rotineiras, muitas pessoas acham que não há necessidade de tratá-las ou de consultar um profissional, afinal, “saem com o tempo”, mas essa conduta já foi desmistificada. Devido ao seu potencial de inflamação e seu risco de cicatrizes, as espinhas necessitam de atenção e cuidado de um profissional estético.

Umas das maiores indicações contra a acne é manter sempre a higiene, não tentar manipular (cutucar, espremer) as inflamações e consultar seu médico, que pode ou não lhe receitar medicamentos específicos, como ácidos. De qualquer forma, a proteção solar também é outro cuidado essencial com a pele, que independe da presença de espinhas e garante a saúde da pele.

Há mulheres de 30 e 40 anos que podem ter as temíveis “borbulhas” na cara. É importante verificar se os cremes de beleza que colocam no rosto são os mais indicados ao tipo de pele. As alterações hormonais são, efetivamente, a principal causa, só que há outros fatores que agravam o problema.

  • stress
  • utilização de cosméticos e cremes de beleza desajustados a um determinado tipo de pele
  • A exposição solar sem regras
  • A higiene em excesso
  • Alimentos como o chocolate
  • A menstruação

Os equipamentos de radiofrequência de alta potência são indicados para o tratamento da acne. Eles são responsáveis por promover um aquecimento simultâneo nas regiões superficiais (derme) e profundas (hipoderme), gerando diversas reações metabólicas e estruturais, como a contração das fibras de colágeno e a retração da pele, a neocolagênese e o aumento da circulação sanguínea e linfática, melhorando o aporte de nutrientes e oxigênio das células. Outros tratamentos disponíveis para a acne incluem cremes, géis, sabonetes e antibióticos orais, além da isotretinoína. Muitas são as opções para o tratamento da acne, mas cabe ao profissional de dermatologia estudar e individualizar cada caso.

Dr. Sérgio Adrianny –  CRM 5183
Concept Clinic – Avenida da Paz, 19 – Parque Shalon, São Luís/MA
(98) 3233-4897
 

 

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